Mostrar mensagens com a etiqueta Teoria Política. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Teoria Política. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 14 de julho de 2008

A representatividade como obrigação

A sociedade não está madura: ou se o está, existe em Portugal uma crise de representatividade.
Vejamos, a representatividade:

É um direito? Sim.

É um dever cívico? Sim.

É uma obrigação? Não.

Representatividade, Sólon

Em que sociedade estamos quando nem os deputados "parlamentares" nem os "sherif's" dos munícipios nelas (cidades/regiões) moram ou a elas vão (nem que mensalmente num caso, diariamente noutros) ... leiam Sólon. Em Bruxelas uma deputada foi expulsa por ao fim-de-semana não ir à cidade que representava e não ter residência lá.

Esperança Portugal

Quando as palavras se vivem
A realidade transforma-se...

Portugal, litoral...

Olho para Portugal e vejo um "litoral".
Olho para a Europa e vejo um "centro" articulando-se com um todo.
Olho novamente para Portugal e vejo pessoas licenciadas, mão-de-obra qualificada a "saír" deste belo país rumo a uma Europa orgulhosa de si, bem cuidada, estruturada que, para Portugal,“olha”.
Precisamos de lutar por uma espiritualidade, por processos de construção de identidade social como Voegelin tão bem ilustra em suas obras. Lutar significa intervir, crescer em autonomia, num todo social amadurecido. Lutar é relacionarmo-nos de modo interdependente, por meio de uma circulação de elites de carácter, empresariais e políticas, como refere Guido Dorso.
Lutar é ser activo, autónomo ou a caminho, sempre a caminho...mas não expulso, de sua própria terra porque algo falta de essencial ao ser humano, como por exemplo, a “filosofia”: a luta pela “filosofia” enquanto saber formativo de cidadãos activos e amadurecidos, mais amadurecidos…
Olho para Portugal e vejo um litoral de “cimento”! Empresarial mas não empreendedor de acção social responsável. Que falta para um Portugal do "conhecimento"?